Por onde?
Onde parou o não ligo da população humana?
Onde pararam as bananas ao alheio?
Por onde esse desapego torto?
Onde serás por sentir?
E como boas vindas a cara lavada e a hipocrisia do anonimato.
Deixo de marca o desprendido preso à fuga dos tolos
Deixo como marca minha a tentativa mostrar sem mostrar
De ser sem ser
De sentir para dentro colocando para fora.
Deixo como minha marca o grito interno que se expõe ao publico
Deixa-se aqui a marca de um retalho de impressões.
Deixo aqui minha pouca vivência
Ausência de experiência,
Coisa nenhuma misturada com nada.
Deixo
Por fim,
A marca de alguém que finge escrever
Uma fingidora de entender de artes.
Deixo a marca do caralho a quatro.
De alguém do mundo de grãos,
De tanto ser
De tão pequeno
De histórias de gigantes
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